{"id":194535,"date":"2024-03-18T12:27:16","date_gmt":"2024-03-18T11:27:16","guid":{"rendered":"https:\/\/staging.fundacioncarf.org\/?p=194535"},"modified":"2024-06-06T10:24:52","modified_gmt":"2024-06-06T08:24:52","slug":"hermana-roberta-sofia-mi-camino-de-la-iglesia-ortodoxa-a-la-consagracion-en-la-catolica","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/hermana-roberta-sofia-mi-camino-de-la-iglesia-ortodoxa-a-la-consagracion-en-la-catolica\/","title":{"rendered":"Irm\u00e3 Roberta Sofia: da Igreja Ortodoxa para a Igreja Cat\u00f3lica"},"content":{"rendered":"<p>Confessou-se pela primeira vez aos 21 anos em Medjugorje, uma peregrina\u00e7\u00e3o que n\u00e3o queria fazer, mas \u00e0 qual n\u00e3o conseguiu resistir. Este \u00e9 o seu testemunho contado na primeira pessoa.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entre a Gr\u00e9cia e a It\u00e1lia<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>\u00c9 um prazer contar a minha hist\u00f3ria aos benfeitores do <strong>Funda\u00e7\u00e3o CARF<\/strong>Agrade\u00e7o-lhes tamb\u00e9m em nome da Comunidade Mariana O\u00e1sis de Paz, \u00e0 qual perten\u00e7o e em cuja casa geral vivo atualmente, a norte de Roma.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A minha hist\u00f3ria pode ser definida como particular, embora todos sejam particulares aos olhos de Deus. Nasci e cresci na Igreja Ortodoxa e a minha origem resume-se no meu nome. Roberta, o nome de batismo que representa a parte latina das minhas ra\u00edzes, proveniente do meu pai, um italiano da prov\u00edncia de Roma, e Sofia, recebido no momento da minha primeira profiss\u00e3o religiosa, de origem grega, pois a minha m\u00e3e \u00e9 de Atenas.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Esta \u00e9 a grande riqueza que sempre me acompanhou e que tamb\u00e9m d\u00e1 cor ao chamamento espec\u00edfico que vivo no carisma particular suscitado pelo Esp\u00edrito na minha comunidade.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"IRM\u00c3 ROBERTA SOSFIA: DA IGREJA ORTODOXA \u00c0 IGREJA CAT\u00d3LICA \u271d ???? : TESTEMUNHO\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/gjdwZQQ-gJQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Batizado na Igreja Ortodoxa<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Fui batizado por decis\u00e3o dos meus pais na Igreja Ortodoxa, tal como o meu irm\u00e3o mais novo, e por isso segundo o rito bizantino, <strong>Recebi o batismo, a comunh\u00e3o e a confirma\u00e7\u00e3o ao mesmo tempo, quando tinha apenas seis meses de idade.<\/strong>. Isto significa que n\u00e3o tive um caminho comum para os baptizados na Igreja Cat\u00f3lica, onde existe um itiner\u00e1rio catequ\u00e9tico de prepara\u00e7\u00e3o para o <strong>Vida crist\u00e3<\/strong> e para o <strong>sacramentos<\/strong>.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Quando eu era jovem, a f\u00e9 e a religi\u00e3o eram distantes e mornas. No entanto, gostava das aulas de religi\u00e3o na escola e a f\u00e9 da minha m\u00e3e encorajava-me. N\u00e3o rejeitava Deus, mas n\u00e3o cultivava uma rela\u00e7\u00e3o estreita com Ele. Costum\u00e1vamos ir \u00e0 missa convencionalmente no Natal e na P\u00e1scoa. De facto, a minha fam\u00edlia n\u00e3o era praticante.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\"A minha m\u00e3e, ortodoxa, redescobriu a f\u00e9 gra\u00e7as a grupos cat\u00f3licos\".<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A minha m\u00e3e, que veio estudar medicina em It\u00e1lia quando era jovem e a\u00ed conheceu o meu pai, redescobriu a f\u00e9 por volta dos 40 anos, gra\u00e7as a amigos com quem frequentava grupos de ora\u00e7\u00e3o e movimentos cat\u00f3licos, bem como \u00e0 comunidade a que hoje perten\u00e7o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, a consci\u00eancia da divis\u00e3o entre os crist\u00e3os causou-lhe dor, desconforto e muitas d\u00favidas. Creio que o Senhor estava a preparar o caminho para um plano maior no seio da minha fam\u00edlia \"ecum\u00e9nica\". Este tempo de tibieza foi importante para levantar quest\u00f5es que trazia no cora\u00e7\u00e3o e para escutar um vazio que fala dentro de mim.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>\"Aos 21 anos, n\u00e3o era feliz, quando a vida devia ser cheia de alegria\".<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Naquela altura, antes de descobrir a minha voca\u00e7\u00e3o, era uma jovem que, depois de terminar o liceu, se interrogava sobre o seu futuro; como viver melhor a sua vida, que sentia que tinha de se dedicar de alguma forma aos outros. Inscrevi-me na faculdade de engenharia eletrot\u00e9cnica. Gostava e estava fascinada por tudo, mas como ainda n\u00e3o sabia bem qual era o meu caminho, dirigi-me para onde sabia que tinha uma grande oportunidade de emprego, pois o meu pai trabalhava neste sector.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, n\u00e3o me sentia feliz aos 21 anos, quando a vida \u00e9 feita de progresso e deve ser cheia de for\u00e7a e alegria. N\u00e3o estava no meu lugar, no caminho certo, e sentia fortemente que faltava algo profundo na minha vida: procurava o sentido da minha exist\u00eancia no mundo.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"1020\" height=\"1020\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2.jpg\" alt=\"\" class=\"wp-image-194539\" srcset=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2.jpg 1020w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2-300x300.jpg 300w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2-150x150.jpg 150w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2-768x768.jpg 768w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2024\/03\/hermana-roberta-sofia-testimonio-fundacion-carf-imagen-2-12x12.jpg 12w\" sizes=\"(max-width: 1020px) 100vw, 1020px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\">\"Roberta, quando Nossa Senhora chama, ela chama\".<\/h2>\n\n\n\n<p>Precisamente neste per\u00edodo dif\u00edcil e perdido, <strong>o Senhor veio ao meu encontro<\/strong>. Num ver\u00e3o quente de 2007, enquanto planeava f\u00e9rias e concertos com amigos, a minha m\u00e3e quis dar-me um presente no meu anivers\u00e1rio: um <strong>viagem a Medjugorje<\/strong> Imagine o meu des\u00e2nimo perante tal proposta!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o fazia ideia do que se tratava e n\u00e3o tinha qualquer desejo ou raz\u00e3o para ir. Entre outras coisas, estava em lista de espera, porque os lugares estavam cheios e as hip\u00f3teses de eu ir eram muito incertas. Mas a f\u00e9 da minha m\u00e3e era maior, ela sempre quis transmitir a sua f\u00e9 aos seus filhos e confiou em Nossa Senhora, que n\u00e3o hesitou em chamar-me!&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Apesar de estar em lista de espera, na v\u00e9spera da partida desta viagem, recebi um telefonema de um padre da comunidade mariana O\u00e1sis da Paz, que estava a organizar a peregrina\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>N\u00e3o fazia ideia de quem era o padre, mas assim que ele anunciou que havia um lugar dispon\u00edvel, expliquei todas as minhas objec\u00e7\u00f5es: havia outros planos de ver\u00e3o \u00e0 minha espera. A resposta do padre foi lapidar e trespassou-me o cora\u00e7\u00e3o: <strong>Roberta, quando Nossa Senhora chama, ela chama! Por isso, pode deixar tudo para tr\u00e1s e vir para <strong>Medjugorje<\/strong> agora.<\/strong><\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Uma clareza surpreendente<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Podia ter-lhe dito que tamb\u00e9m podia adiar esta peregrina\u00e7\u00e3o para uma ocasi\u00e3o futura, porque o que eu queria era ir ao concerto. Instintivamente, dei-lhe um r\u00e1pido \"vou pensar\" e desliguei o telefone na cara do paciente padre.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A janela que deixei aberta nessa resposta foi a fresta por onde a gra\u00e7a de Deus entrou! Fechei-me no meu quarto com a cabe\u00e7a entre as pernas e dei-me ao luxo de pensar no que fazer. Nesse instante, apercebi-me interiormente, com uma clareza espantosa, como nunca antes, que tinha de empreender esta viagem. Tal coisa n\u00e3o me podia ter acontecido, pois n\u00e3o estava de modo algum predisposto para esta experi\u00eancia, e muito menos sabia qual era o lugar, o que l\u00e1 se passava e n\u00e3o tinha qualquer experi\u00eancia de ora\u00e7\u00e3o ou de f\u00e9 cultivada.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>A minha m\u00e3e n\u00e3o me queria dizer nada para n\u00e3o me influenciar, eu era como uma folha em branco perante o desconhecido onde Deus j\u00e1 estava a escrever o seu plano de amor e de salva\u00e7\u00e3o. Por isso, telefonei \u00e0quele padre e disse-lhe: \"Est\u00e1 bem, vou consigo\", sem saber o valor que uma declara\u00e7\u00e3o t\u00e3o inocente teria depois. <strong>E embarquei na viagem mais importante da minha vida.<\/strong>. Naquele lugar experimentei todo o espanto de tantos jovens rezando com f\u00e9 e alegria, descobri todo o Amor de Deus que me esperava atrav\u00e9s de Nossa Senhora e do seu infinito cora\u00e7\u00e3o materno.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>A minha primeira confiss\u00e3o<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Pouco a pouco a minha alma abriu-se ao mist\u00e9rio da vida quotidiana de comunh\u00e3o partilhada naqueles lugares simples onde milhares de pessoas voltam convertidas e transfiguradas por um encontro aut\u00eantico. Maria estava t\u00e3o viva e presente em Medjugorje que eu n\u00e3o conseguia descrev\u00ea-la, mas percebia que ela me acolhia como uma crian\u00e7a que come\u00e7a a engatinhar para estar diante de uma vida nova tingida de sentido, paz, alegria, gratid\u00e3o. Senti-me t\u00e3o livre e amada por um Deus Pai que n\u00e3o podia esperar que a sua filha voltasse ao seu cora\u00e7\u00e3o.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Nesta aldeia milagrosa da B\u00f3snia-Herzegovina, aos 21 anos, fiz a primeira confiss\u00e3o da minha vida. Foi um momento de grande gra\u00e7a, nem sequer sabia o que fazer, mas era uma oportunidade que senti que devia aproveitar, aproximando-me com um pouco de medo.<\/p>\n\n\n\n<p>O padre olhou para mim e, <strong>Quando descobriu que eu nunca me tinha confessado, perguntou-me se eu conhecia Jesus e se me queria confessar.<\/strong> Disse que sim com todo o meu cora\u00e7\u00e3o e simplesmente chorei durante toda a confiss\u00e3o, enquanto sentia os c\u00e9us abrirem-se sobre mim e o Esp\u00edrito descer como uma cascata de \u00e1gua fresca.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>O in\u00edcio de uma convers\u00e3o muito forte<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p><strong>Voltei completamente transfigurado dessa viagem. Foi o in\u00edcio de uma convers\u00e3o muito forte.<\/strong> A minha vida depois deste encontro profundo com Jesus mudou radicalmente, nas minhas escolhas e no meu cora\u00e7\u00e3o. Encontrei um novo impulso e um novo vigor tamb\u00e9m para o meu futuro quando decidi inscrever-me na Faculdade de Arquitetura da Universidade La Sapienza de Roma, onde mais tarde obtive o mestrado.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Entretanto, o meu amor por Deus e por Maria crescia, tinha sede de os conhecer e comecei a frequentar a comunidade, aprendendo a rezar, a adorar o Senhor, a desfrutar da sua amizade. Tudo come\u00e7ou a florescer de novo, enquanto a minha fam\u00edlia assistia maravilhada a esta mudan\u00e7a. Continuei a viver a minha juventude entre o estudo, os amigos, a ora\u00e7\u00e3o. Agradecia todos os dias ao Senhor o dom da f\u00e9 e o encontro vivo com Ele.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No entanto, algo mais agitava o meu cora\u00e7\u00e3o, atra\u00eddo cada vez mais por este Amor. Sentia-me profundamente cortejado pelo Senhor, mas na minha racionalidade procurava manter os p\u00e9s no ch\u00e3o, pensando que eram os efeitos desta grande convers\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Entre o Oriente e o Ocidente<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Foi nessa altura que recomecei a frequentar a Igreja Ortodoxa para aprender e aprofundar as minhas origens confessionais, ao mesmo tempo que a Igreja Cat\u00f3lica me tinha adotado e eu crescia na f\u00e9. Estava a ser preparada a semente de uma voca\u00e7\u00e3o, sentia no meu cora\u00e7\u00e3o que pertencia inteiramente a Deus, mas isso ao mesmo tempo assustava-me. Era um pedido que me parecia demasiado grande e demasiado exigente. Eu era ortodoxa, o Senhor n\u00e3o podia pedir-me tanto, pensava eu. Lutei na esperan\u00e7a de que tudo passasse com o tempo, mas os anos passaram e este tormento cresceu no meu cora\u00e7\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p>Decidi ent\u00e3o confiar e abrir o meu cora\u00e7\u00e3o para ser acompanhada no discernimento que exigia uma dupla escuta para mim. Este longo caminho que empreendi levou-me primeiro a abra\u00e7ar a f\u00e9 cat\u00f3lica e depois a interrogar-me sobre a minha voca\u00e7\u00e3o espec\u00edfica.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>No in\u00edcio n\u00e3o foi f\u00e1cil, sobretudo para a minha fam\u00edlia, mas a gra\u00e7a de Deus foi mais abundante e amparou-me em muitas tempestades. Estava sob o manto de Maria que me ajudou a deixar o meu cora\u00e7\u00e3o pacificado por Cristo, a deixar sarar as minhas feridas, a preparar-me para amadurecer o meu sim. O meu lugar era junto dela para colaborar na sua miss\u00e3o de paz em muitos cora\u00e7\u00f5es, para construir pontes de unidade e de di\u00e1logo.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>&nbsp;A Comunidade Mariana O\u00e1sis de Paz<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>A comunidade de que hoje fa\u00e7o parte \u00e9 uma realidade internacional, mista e contemplativa, mas aberta ao acolhimento, de irm\u00e3os e irm\u00e3s internos celibat\u00e1rios e de sacerdotes consagrados e de fam\u00edlias agregadas e seculares que partilham o carisma espec\u00edfico, vivendo-o no seu pr\u00f3prio estado de vida, onde o encontram. Fazemos um quarto voto, o de ser paz, que define o nosso carisma, ou seja, conformar a nossa Paz a Cristo e irradiar o dom da Paz na Igreja e na humanidade atrav\u00e9s de uma vida de intercess\u00e3o. Com uma oferta acolhedora e humilde, segundo uma espiritualidade propriamente eucar\u00edstica e mariana, pois Maria \u00e9 a M\u00e3e da nossa comunidade. Dela aprendemos a profundidade da ora\u00e7\u00e3o no Esp\u00edrito para vivermos as suas atitudes. Este \u00e9 o lugar que Deus me preparou para viver as minhas n\u00fapcias com Ele e o dom de mim mesma.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>Estar em paz<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>O caminho da pacifica\u00e7\u00e3o e da unifica\u00e7\u00e3o que ainda hoje estou a viver, com a ajuda da gra\u00e7a, \u00e9 aquele que <strong>queremos partilhar com muitos cora\u00e7\u00f5es que est\u00e3o a sentir falta de paz por causa do afastamento de Deus.<\/strong>T\u00eam sede d'Ele, precisam de O redescobrir, tal como numa cl\u00ednica de cardiologia onde o primeiro desafio da paz \u00e9 o da renova\u00e7\u00e3o interior.&nbsp;<\/p>\n\n\n\n<p>Para mim, a paz \u00e9 este caminho interior de gra\u00e7a a partilhar com muitas almas para serem reconduzidas a Cristo, atrav\u00e9s de Maria, mas tamb\u00e9m tem o sabor da unidade, da comunh\u00e3o, do di\u00e1logo para derrubar todos os muros de divis\u00e3o segundo o desejo do cora\u00e7\u00e3o de Cristo, para que todos sejam um para que o mundo creia! Trago esta heran\u00e7a de vida \u00e0 comunidade que est\u00e1 inserida no nosso carisma com o desejo de desenvolver esta sensibilidade ecum\u00e9nica.<\/p>\n\n\n\n<h2 class=\"wp-block-heading\"><strong>No <strong>Universidade <\/strong>Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz<\/strong><\/h2>\n\n\n\n<p>Por vontade de Deus, a pedido do meu Superior Geral, iniciei os meus estudos no primeiro ano de Filosofia na Universidade Pontif\u00edcia da Santa Cruz, antes de prosseguir os meus estudos em Teologia, com grande gratid\u00e3o ao <strong>benfeitores da Funda\u00e7\u00e3o CARF<\/strong>Por esta oportunidade de crescimento e forma\u00e7\u00e3o, que \u00e9 um grande presente para mim e para aqueles que o Senhor colocar\u00e1 no meu caminho. Deixando-me abrir os horizontes do meu cora\u00e7\u00e3o e da minha mente, continuo a deixar-me guiar por Maria no caminho da Paz e lembro-me de todos v\u00f3s perante Jesus e Nossa Senhora.<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Gerardo Ferrara<\/strong><br>Licenciado em Hist\u00f3ria e Ci\u00eancia Pol\u00edtica, especializado no M\u00e9dio Oriente.<br>Respons\u00e1vel pelos estudantes da Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz em Roma.<\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Irm\u00e3 Roberta Sofia dos Theot\u00f3kos nasceu em Roma a 11 de julho de 1986. A sua vida \u00e9 incrivelmente rica e fascinante no que diz respeito ao caminho que a levou da Igreja Ortodoxa \u00e0 consagra\u00e7\u00e3o na comunidade mariana cat\u00f3lica. O\u00e1sis de Paz, \u00e0 qual pertence. <\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":194537,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"give_campaign_id":0,"footnotes":""},"categories":[109],"tags":[172,144,143,120,121,9,178],"class_list":["post-194535","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historias","tag-congregaciones-religiosas","tag-conversion","tag-hermana-roberta-sofia","tag-sacerdote","tag-seminarista","tag-virgen-maria","tag-voluntarios"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/194535","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=194535"}],"version-history":[{"count":17,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/194535\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":194566,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/194535\/revisions\/194566"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/194537"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=194535"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=194535"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=194535"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}