{"id":183203,"date":"2022-04-11T07:00:37","date_gmt":"2022-04-11T05:00:37","guid":{"rendered":"https:\/\/staging.fundacioncarf.org\/el-sentido-del-sufrimiento-en-dios\/"},"modified":"2025-04-11T13:55:09","modified_gmt":"2025-04-11T11:55:09","slug":"el-sentido-del-sufrimiento-en-dios","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/el-sentido-del-sufrimiento-en-dios\/","title":{"rendered":"O significado do sofrimento em Deus"},"content":{"rendered":"<div class=\"et_pb_section et_pb_section_238 et_section_regular\">\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_746\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2183  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\">\u00a0<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2184  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_819 post-excerpt  et_pb_text_align_center et_pb_bg_layout_light\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">Este <\/span><strong style=\"font-size: revert; color: initial;\">\u00e9 o que n\u00f3s crist\u00e3os revivemos durante a Semana Santa.<\/strong><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">. Numa entrevista com o Papa Em\u00e9rito Bento XVI, publicada no <\/span><em style=\"font-size: revert; color: initial;\">\"Osservatore Romano<\/em><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">O significado do sofrimento em Deus vem \u00e0 tona.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_section et_pb_section_239 et_section_regular\">\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_747\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2187  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_820  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>Deus que sofre<\/h2>\n<p>O homem moderno parece n\u00e3o ter necessidade de se justificar perante <a href=\"http:\/\/???? ???????? Invita simb\u00f3licamente a tu mesa a un seminarista o sacerdote diocesano con tu oraci\u00f3n y generosidad. ???? #UnoM\u00e1sPorNavidad\" data-wplink-url-error=\"true\">Deus<\/a>Por vezes, atreve-se mesmo a pedir a Deus que se justifique perante os males do mundo. <strong>O homem perdeu a sensibilidade para os seus pr\u00f3prios pecados, acredita que \u00e9 justo, e n\u00e3o sente necessidade de salva\u00e7\u00e3o.<\/strong> Ou pelo menos ele tem a sensa\u00e7\u00e3o de que Deus n\u00e3o pode deixar que a maior parte da humanidade se perca.<\/p>\n<p>Mas <strong>por outro lado, sente-se a necessidade da miseric\u00f3rdia e do\u00e7ura de Deus.<\/strong> Foi o que experimentaram Faustina Kowalska e Jo\u00e3o Paulo II, que afirma que a miseric\u00f3rdia \u00e9 a \u00fanica coisa verdadeiramente eficaz contra o mal. <em>Na dureza de um mundo tecnificado em que os sentimentos j\u00e1 n\u00e3o contam para nada\", diz ele.<\/em>notas do Papa Ratzinger, <em>mas aumenta a expectativa de um amor salvador que \u00e9 dado livremente\".<\/em>.<\/p>\n<p>\u00c9 dentro deste quadro que se coloca a rela\u00e7\u00e3o entre Deus Pai e seu Filho. N\u00e3o \u00e9 \u00fatil insistir na justi\u00e7a num sentido absoluto ou cruel, com o argumento de que o Filho obedece ao Pai e na obedi\u00eancia aceita as exig\u00eancias cru\u00e9is da justi\u00e7a.<\/p>\n<p>Bento XVI explica: <em>\"Quando o Filho no Jardim das Oliveiras luta contra a vontade do Pai, n\u00e3o se trata de aceitar uma disposi\u00e7\u00e3o cruel de Deus, mas de atrair a humanidade para a vontade de Deus\".<\/em> . Sobre a rela\u00e7\u00e3o entre as duas vontades do Pai e do Filho, ver o livro de J. Ratzinger, Jesus de Nazar\u00e9, vol. 1, especialmente o cap\u00edtulo 6.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_748\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2190  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_image et_pb_image_108\">\n<p><span class=\"et_pb_image_wrap\"><img decoding=\"async\" class=\"alignnone wp-image-150489\" title=\"Funda\u00e7\u00e3o Carf - O sentido do sofrimento em Deus. - Semana Santa - Dom Ramiro Pellitero\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-scaled-2.jpg\" sizes=\"(max-width: 1403px) 100vw, 1403px\" srcset=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-scaled-2.jpg 1403w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 164w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 561w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 768w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 842w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 1122w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 1080w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 1280w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 980w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Cristo-en-la-Cruz-Velazquez-1-scaled.jpg 480w\" alt=\"Fundaci\u00f3n CARF - El sentido del sufrimiento en Dios. - Semana Santa - Don Ramiro Pellitero\" width=\"1403\" height=\"2560\" \/><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_with_border et_pb_module et_pb_text et_pb_text_821 leyenda  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">Cristo na Cruz, obra atribu\u00edda a Vel\u00e1zquez - 1631. Conservada no Museu do Prado.<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_749\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2193  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_822  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h3>O significado do sofrimento da Cruz<\/h3>\n<p>Mas ent\u00e3o, o Papa Em\u00e9rito faz maravilhas, <strong>qual \u00e9 o sentido da cruz?<\/strong><\/p>\n<p>E ele responde desta forma: tomemos consci\u00eancia da imund\u00edcie e enorme quantidade de maldade, de viol\u00eancia e mentiras, de \u00f3dio, crueldade e arrog\u00e2ncia que inundam o mundo inteiro. A tradi\u00e7\u00e3o do Antigo Testamento esperava um amor infinito que pudesse superar o mal e o sofrimento do mundo. <strong>Cristo traz-nos, especialmente no seu sofrimento, esse amor e essa vit\u00f3ria.<\/strong>. A quest\u00e3o que se levanta \u00e9 se e em que sentido isto implica sofrimento em Deus Pai.<\/p>\n<p>Na sua argumenta\u00e7\u00e3o, <a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/la-trascendencia-teologica-de-benedicto-xvi\/\">Bento XV<\/a>Reproduzo um texto de Henri De Lubac. Come\u00e7a por apresentar o amor de Cristo que o leva a sofrer por n\u00f3s: <em>\"O Redentor entrou no mundo por compaix\u00e3o para com a ra\u00e7a humana. Ele tomou sobre Si os nossos sofrimentos muito antes de ser crucificado; de facto, mesmo antes de se abaixar para assumir a nossa carne: se Ele n\u00e3o os tivesse experimentado antes, Ele n\u00e3o se teria tornado parte da nossa vida humana. E qual foi este sofrimento que Ele suportou antes por n\u00f3s? Foi a paix\u00e3o do amor\".<\/em>.<\/p>\n<p>Ainda que <strong>n\u00e3o se trata apenas do sofrimento de Cristo<\/strong>O Filho de Deus feito homem, que representamos nas figuras da Quaresma e da Semana Santa, mas de Lubac interroga-se:<em> \"Mas o pr\u00f3prio Pai, o Deus do universo, aquele que \u00e9 superabundante em longo sofrimento, paci\u00eancia, miseric\u00f3rdia e compaix\u00e3o, n\u00e3o sofre ele tamb\u00e9m num certo sentido?\"<\/em>.<\/p>\n<p>Aqui ele cita uma passagem b\u00edblica: <em>\"O Senhor teu Deus vestiu as tuas vestes como algu\u00e9m que carrega o seu filho\".<\/em> (Deut. 1:31). <em>\"Deus<\/em> -De Lubac comenta. <em>Ele toma sobre Si as nossas vestes como o Filho de Deus toma sobre Si os nossos sofrimentos. O pr\u00f3prio Pai n\u00e3o est\u00e1 sem paix\u00f5es! Se Ele \u00e9 chamado, ent\u00e3o Ele conhece a miseric\u00f3rdia e a compaix\u00e3o. Ele sente um sofrimento de amor\".<\/em>.<\/p>\n<p>Neste ponto Bento XVI interv\u00e9m, evocando devo\u00e7\u00f5es da sua p\u00e1tria e imagens da arte crist\u00e3.<\/p>\n<p><em>\"Em algumas partes da Alemanha havia uma devo\u00e7\u00e3o muito comovente aos Not Gottes ('a mis\u00e9ria de Deus'). Para mim ela evoca uma imagem impressionante que representa o Pai que sofre, que como Pai participa interiormente nos sofrimentos do Filho. E tamb\u00e9m a imagem do 'trono da gra\u00e7a' faz parte desta devo\u00e7\u00e3o: o <strong>O Pai segura a cruz e o crucificado, amorosamente se dobra sobre ele e, por outro lado, por assim dizer, est\u00e1 junto com ele na cruz. Assim, de uma forma grande e pura, podemos ver o que significa a miseric\u00f3rdia de Deus e a participa\u00e7\u00e3o de Deus no sofrimento do homem\".<\/strong><\/em>.<\/p>\n<h3>S\u00f3 o amor vence o mal<\/h3>\n<p>Ent\u00e3o deduza: <em>\"N\u00e3o \u00e9 uma quest\u00e3o de justi\u00e7a cruel, nem do fanatismo do Pai, mas da verdade e realidade da cria\u00e7\u00e3o: da verdadeira e \u00edntima supera\u00e7\u00e3o do mal que, em \u00faltima an\u00e1lise, s\u00f3 pode ser alcan\u00e7ada no sofrimento do amor\".<\/em>.<\/p>\n<p>De facto, do trono da gra\u00e7a, que \u00e9 a Cruz de Jesus, desce o amor de Deus, purificando o mal que o homem derramou sobre o mundo ao longo dos s\u00e9culos. <strong>Aquele amor que o Pai juntamente com o Filho manifestou atrav\u00e9s do sofrimento da cruz e que flui em miseric\u00f3rdia.<\/strong><\/p>\n<p>No Ano da Miseric\u00f3rdia, o Papa Francisco j\u00e1 explicou o significado da Semana Santa.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_750\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_2196  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_823 frase-destacada  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p style=\"text-align: center;\">\"Se Deus nos mostrou o seu amor supremo na morte de Jesus, ent\u00e3o n\u00f3s tamb\u00e9m, regenerados pelo Esp\u00edrito Santo, podemos e devemos amar-nos uns aos outros\".<em><br \/>Papa Francisco<\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_751\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2199  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_824  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h3>Semana da P\u00e1scoa<\/h3>\n<p><strong>Na Quinta-feira Santa, Jesus institui a <\/strong><\/p>\n<p>como amor que antecipa a Cruz e se torna servi\u00e7o, especialmente para os mais fracos.<\/p>\n<p><em>\"<strong>Sexta-feira Santa \u00e9 o cl\u00edmax do amor<\/strong>. A morte de Jesus, que na cruz se abandona ao Pai para oferecer a salva\u00e7\u00e3o ao mundo inteiro, expressa o amor dado at\u00e9 ao fim, sem fim. Um amor que procura abra\u00e7ar a todos, n\u00e3o excluindo ningu\u00e9m. Um amor que se estende a cada momento e a cada lugar: uma fonte inesgot\u00e1vel de salva\u00e7\u00e3o para a qual cada um de n\u00f3s pecadores pode vir\".<\/em> (Audi\u00eancia Geral, 23-III-206).<\/p>\n<p>Tal \u00e9 o amor de Deus Pai, do Filho e do Esp\u00edrito Santo que ser\u00e1 dado no Pentecostes \u00e0 ac\u00e7\u00e3o da gra\u00e7a no mundo.<\/p>\n<p>Francisco conclui: <em>\"Se Deus nos mostrou o seu amor supremo na morte de Jesus, ent\u00e3o n\u00f3s tamb\u00e9m, regenerados pelo Esp\u00edrito Santo, podemos e devemos amar-nos uns aos outros\".<\/em>. Ent\u00e3o, <strong>O S\u00e1bado Santo \u00e9 o dia do sil\u00eancio de Deus.<\/strong>\u00e0 espera de amor pelos abandonados.<\/p>\n<p>Em suma, e isto \u00e9 o que celebramos na P\u00e1scoa,\u00a0<em>\"\u00e9 tudo um grande mist\u00e9rio de amor e miseric\u00f3rdia\".<\/em> que vem ao nosso encontro para nos conduzir \u00e0 Ressurrei\u00e7\u00e3o.<strong> Um amor e miseric\u00f3rdia que nos pode mudar, desde que o aceitemos, tanto na confiss\u00e3o dos nossos pecados como no exerc\u00edcio das obras de miseric\u00f3rdia.<\/strong>.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<p><strong>Sr. Ramiro Pellitero Iglesias<\/strong>Professor de Teologia Pastoral na Faculdade de Teologia da Universidade de Navarra.<\/p>\n\n\n\n<p><em>Publicado em \"<a href=\"https:\/\/iglesiaynuevaevangelizacion.blogspot.com\/\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Igreja e nova evangeliza\u00e7\u00e3o<\/a>\"<\/em><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Perante a viol\u00eancia brutal das guerras deste mundo, haver\u00e1 quem pergunte onde est\u00e1 Deus. E n\u00f3s, crist\u00e3os, dizemos: aqui, Deus est\u00e1 aqui, sofrendo connosco e com todos os que sofrem, agora e at\u00e9 ao fim do mundo.<\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":183728,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"give_campaign_id":0,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[],"class_list":["post-183203","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/183203","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=183203"}],"version-history":[{"count":10,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/183203\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":215069,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/183203\/revisions\/215069"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/183728"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=183203"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=183203"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=183203"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}