{"id":182992,"date":"2024-06-20T02:00:00","date_gmt":"2024-06-20T00:00:00","guid":{"rendered":"https:\/\/staging.fundacioncarf.org\/tomas-moro-martir-de-la-individualidad\/"},"modified":"2026-06-05T13:55:36","modified_gmt":"2026-06-05T11:55:36","slug":"tomas-moro-martir-de-la-individualidad","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/tomas-moro-martir-de-la-individualidad\/","title":{"rendered":"Thomas More, m\u00e1rtir da individualidade?"},"content":{"rendered":"<p class=\"wp-block-paragraph\">A cada 22 de junho, a Igreja celebra a figura de um homem que preferiu perder a cabe\u00e7a a trair a sua consci\u00eancia. Ao aproximarmo-nos da festa de <strong>Thomas More<\/strong>, Encontramo-nos perante uma figura cuja relev\u00e2ncia transcende os s\u00e9culos, tornando-se um ponto de refer\u00eancia de coer\u00eancia tanto para os fi\u00e9is como para aqueles que v\u00eaem nele um basti\u00e3o da liberdade individual face \u00e0 tirania. <\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Como muito bem salientou Antonio R. Rubio Plo na sua an\u00e1lise da representa\u00e7\u00e3o cultural do santo, a figura de Thomas More foi imortalizada no palco e no grande ecr\u00e3, oferecendo li\u00e7\u00f5es que continuam a vibrar fortemente nos dias de hoje.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-embed is-type-video is-provider-youtube wp-block-embed-youtube wp-embed-aspect-16-9 wp-has-aspect-ratio\"><div class=\"wp-block-embed__wrapper\">\n<iframe loading=\"lazy\" title=\"HdH - Thomas More: Um Homem para a Eternidade\" width=\"500\" height=\"281\" src=\"https:\/\/www.youtube.com\/embed\/TzW0qM3LTHQ?feature=oembed\" frameborder=\"0\" allow=\"accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share\" referrerpolicy=\"strict-origin-when-cross-origin\" allowfullscreen><\/iframe>\n<\/div><\/figure>\n\n\n\n<h2 id=\"la-vision-de-robert-bolt-martir-de-la-individualidad-o-de-la-fe\" class=\"wp-block-heading\">A vis\u00e3o de Robert Bolt: m\u00e1rtir da individualidade ou da f\u00e9?<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um homem para todas as esta\u00e7\u00f5es n\u00e3o se destina a evocar um santo, at\u00e9 porque Bolt n\u00e3o se considerava um crist\u00e3o. Bolt's Moor \u00e9 um homem marcado por um en\u00e9rgico sentido de individualidade, da sua pr\u00f3pria identidade. Pela sua forma de compreender o mundo, ele est\u00e1 preparado para perder a sua vida.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>A pe\u00e7a: Um homem para a eternidade<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em setembro de 1960, foi publicada uma pe\u00e7a que triunfou nos palcos londrinos durante o ver\u00e3o. Tratava-se de Um homem para todas as esta\u00e7\u00f5es, de <a href=\"https:\/\/es.wikipedia.org\/wiki\/Robert_Bolt\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/es.wikipedia.org\/wiki\/Robert_Bolt\" rel=\"noreferrer noopener\">Robert Bolt<\/a>, que n\u00e3o tardou a entrar em cena nos Estados Unidos e foi o filme mais premiado de 1966. Em Espanha, foi-lhe atribu\u00eddo o t\u00edtulo inexato de Um Homem para a Eternidade. \u00c9 uma express\u00e3o de Erasmo de Roterd\u00e3o, amigo de Thomas More, o protagonista da pe\u00e7a, que o humanista holand\u00eas descreveu como um \"homem para a eternidade\".&nbsp;<strong>\"um homem para todas as horas, algu\u00e9m que se adapta tanto \u00e0 seriedade como \u00e0 felicidade, e cuja companhia \u00e9 sempre agrad\u00e1vel\".<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O autor: Robert Bolt&nbsp;<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">(1924-1995), iniciou a sua carreira profissional numa companhia de seguros, estudou Hist\u00f3ria em Manchester e leccionou numa escola em Devon. Abandonou o ensino ap\u00f3s o sucesso dos seus gui\u00f5es e pe\u00e7as de teatro para a r\u00e1dio, embora se tenha tornado conhecido como argumentista de Lawrence da Ar\u00e1bia, Doutor Zhivago e A Filha de Ryan, de David Lean. Estas hist\u00f3rias t\u00eam em comum personagens que s\u00e3o incapazes de se conformar com a sua realidade e que desafiam as condi\u00e7\u00f5es da sua exist\u00eancia, independentemente do pre\u00e7o que pagam. Est\u00e3o dispostas a manter, independentemente de quem, a sua pr\u00f3pria individualidade.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mais tarde, o nome Bolt foi eclipsado, condicionado pelas limita\u00e7\u00f5es de uma doen\u00e7a e de uma vida sentimental e familiar tempestuosa. No entanto, o seu \u00faltimo momento triunfante seria o roteiro de A Miss\u00e3o de Roland Joff\u00e9 (1986).<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-full\"><img decoding=\"async\" width=\"400\" height=\"441\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Robert-Bolt-1-1.jpg\" alt=\"Robert-Bolt, autor de A man for all seasons, Tom\u00e1s Moro. \" class=\"wp-image-183514\" srcset=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Robert-Bolt-1-1.jpg 400w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/Robert-Bolt-1-1-272x300.jpg 272w\" sizes=\"(max-width: 400px) 100vw, 400px\" \/><\/figure>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">O ingl\u00eas Robert Bolt (1924-1995) leccionou numa escola em Devon, mas abandonou o ensino ap\u00f3s o sucesso dos seus argumentos, incluindo Lawrence da Ar\u00e1bia, Doutor Zhivago e A Miss\u00e3o.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Os actores<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Alguns dizem que o actor Paul Scofield n\u00e3o era bem adequado para fazer de mouro. Ele \u00e9 demasiado s\u00e9rio para um crist\u00e3o bem-humorado como o Senhor Chanceler de Inglaterra. Na verdade, o problema reside na vis\u00e3o de Bolt de Mais. Ele est\u00e1 certo em fazer uso da passagem do Evangelho sobre o bem que \u00e9 para um homem ganhar o mundo inteiro, se ele perder a sua alma (Mt 16,26), embora Bolt possa ter querido substituir a individualidade, o modo espec\u00edfico de ser, pela alma.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Mas se h\u00e1 algu\u00e9m que \u00e9 repulsivo na pe\u00e7a, mais para Bolt do que talvez para More ele pr\u00f3prio, \u00e9 Richard Rich, um jovem carreirista que se move em torno do Senhor Chanceler na esperan\u00e7a de lhe ser concedido um cargo. N\u00e3o atingindo o seu objectivo, ele junta-se \u00e0 comitiva de Cromwell, que o recompensa desde o in\u00edcio, e at\u00e9 testemunha contra More no seu julgamento perante o parlamento.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Recomendo que professores e n\u00e3o-professores leiam, ou vejam o di\u00e1logo entre Rich e More no in\u00edcio da pe\u00e7a. Rich \u00e9 oferecido um cargo de mestre de escola, com a sua pr\u00f3pria casa e um rendimento anual de \u00a350. Mas o jovem, faminto de fama e honras, considera esta oferta dos mouros como insignificante, pois equivale a uma vida marcada pela mediocridade. Ningu\u00e9m saber\u00e1 que ele \u00e9 um grande professor, excepto os seus alunos e amigos. \u00c9 mais atraente dedicar-se \u00e0 pol\u00edtica, apesar do risco de cair em tenta\u00e7\u00e3o, algo que Moro queria evitar com os seus conselhos.<\/p>\n\n\n\n<h3 id=\"el-conflicto-de-la-conciencia-frente-al-poder-terrenal\" class=\"wp-block-heading\">O conflito da consci\u00eancia contra o poder terreno<\/h3>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">A vida de <strong>Thomas More<\/strong> atingiu o seu ponto de rutura quando Henrique VIII decidiu romper com Roma para se divorciar de Catarina de Arag\u00e3o. Neste cen\u00e1rio, a maioria dos cortes\u00e3os e bispos da \u00e9poca optou pelo pragmatismo. Rubio Plo destaca como a obra de Bolt retrata figuras como Wolsey, Cranmer, Cromwell e Norfolk como homens oportunistas, mentirosos e corruptos, cuja \u00fanica b\u00fassola era permanecer no topo do poder.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Em contrapartida, o Henrique VIII da fic\u00e7\u00e3o de Bolt \u00e9 apresentado como um homem jovem e cavalheiresco que, apesar do seu afeto por More, n\u00e3o consegue tolerar que este n\u00e3o coincida com a sua verdadeira vontade. \u00c9 aqui que reside o cerne do drama de <strong>Thomas More<\/strong>O conflito entre a lealdade ao soberano e a lealdade a Deus, manifestada na consci\u00eancia. More n\u00e3o procurou o mart\u00edrio; de facto, usou todo o seu conhecimento jur\u00eddico para tentar salvar a sua vida sem comprometer os seus princ\u00edpios. No entanto, quando a lei do homem colidiu de frente com a lei divina, a sua escolha foi clara.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>O valor do invis\u00edvel: conselhos para Richard Rich<\/strong><\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Um dos momentos mais reveladores da pe\u00e7a, e que Rubio Plo recomenda vivamente que seja analisado, \u00e9 o di\u00e1logo inicial entre <strong>Thomas More<\/strong> e o jovem Richard Rich. Rich representa a ambi\u00e7\u00e3o mundana, o desejo ardente de fama, posi\u00e7\u00e3o e reconhecimento social. Perante esta cobi\u00e7a, Moro oferece-lhe uma alternativa que, aos olhos do mundo, parece med\u00edocre: um lugar de professor.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">Moro diz a Rich que ele poderia ser um grande professor e, perante a queixa do jovem de que \"ningu\u00e9m o saberia\", Moro responde que ele pr\u00f3prio, os seus alunos e Deus o saberiam. Este convite a uma vida de integridade na simplicidade \u00e9 talvez a mensagem mais potente para a nossa sociedade atual, obcecada pelo sucesso vis\u00edvel. A trag\u00e9dia de Rich \u00e9 que ele rejeita esta \"mediocridade\" apenas para se tornar o homem que, por um cargo pol\u00edtico, testemunha falsamente contra Moro, levando-o \u00e0 forca.<\/p>\n\n\n\n<figure class=\"wp-block-image size-large\"><img decoding=\"async\" src=\"https:\/\/images.opusdei.org\/?url=https:\/\/s3-eu-west-1.amazonaws.com\/images-opus-dei\/image\/Los-intercesores-del-Opus-Dei_20200801121151491924_art_feat_20210622090616631004.jpg&amp;w=600&amp;il&amp;output=webp&amp;q=85\" alt=\"\"\/><\/figure>\n\n\n\n<h2 id=\"santo-tomas-moro-intercesor-del-opus-dei-en-1954\" class=\"wp-block-heading\">S\u00e3o Tom\u00e1s More, intercessor do Opus Dei em 1954<\/h2>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/festividad-de-san-josemaria-26-de-junio\/\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/festividad-de-san-josemaria-26-de-junio\/\" rel=\"noreferrer noopener\">S\u00e3o Josemar\u00eda<\/a> confiou ao santo ingl\u00eas (7 de fevereiro de 1478-6 de julho de 1535) as rela\u00e7\u00f5es com as autoridades n\u00e3o eclesi\u00e1sticas. A hist\u00f3ria \u00e9 contada no livro <em><a href=\"https:\/\/www.rialp.com\/libro\/los-intercesores-del-opus-dei_119767\/\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/www.rialp.com\/libro\/los-intercesores-del-opus-dei_119767\/\" rel=\"noreferrer noopener\">Os intercessores do Opus Dei<\/a><\/em>.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">De acordo com a tradi\u00e7\u00e3o de longa data da Igreja de recorrer \u00e0 intercess\u00e3o de <a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/comunion-de-los-santos-una-verdad-hermosa\/\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/comunion-de-los-santos-una-verdad-hermosa\/\" rel=\"noreferrer noopener\">os santos<\/a>, Os fi\u00e9is do Opus Dei e os membros da Sociedade Sacerdotal da Santa Cruz confiam-se a alguns deles de modo particular. A S\u00e3o Tom\u00e1s More, em particular, as rela\u00e7\u00f5es com as autoridades civis.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\">S\u00e3o Tom\u00e1s More estava particularmente vocacionado para o papel de intercessor do Opus Dei, tanto pelo seu prest\u00edgio profissional e pela sua condi\u00e7\u00e3o de estadista, como pelo facto de ser um homem casado e de Estado. <a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/san-jose-obrero-quien-fue-el-padre-de-jesus\/\" target=\"_blank\" data-type=\"link\" data-id=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/san-jose-obrero-quien-fue-el-padre-de-jesus\/\" rel=\"noreferrer noopener\">pai<\/a>. Seria o \u00fanico leigo n\u00e3o celibat\u00e1rio a ser nomeado santo intercessor: o n\u00famero de canonizados era ent\u00e3o, e continua a ser, muito reduzido. Apesar de S\u00e3o Josemaria ter visto desde o in\u00edcio a presen\u00e7a de fi\u00e9is casados no Opus Dei, s\u00f3 em 1948 conseguiu obter a aprova\u00e7\u00e3o para admitir formalmente os primeiros tr\u00eas supranumer\u00e1rios. \u00c9 prov\u00e1vel que este facto tenha influenciado, em certa medida, a escolha de S. Tom\u00e1s More como intercessor, poucos anos depois.<\/p>\n\n\n\n<p class=\"wp-block-paragraph\"><strong>Antonio R. Rubio Plo<\/strong><br>Licenciado em Hist\u00f3ria e Direito<br>Escritor e analista internacional<br>@blogculturayfe \/ @arubioplo<\/p>\n\n\n\n<hr class=\"wp-block-separator has-alpha-channel-opacity\"\/>\n\n\n\n<div class=\"wp-block-rank-math-toc-block\" id=\"rank-math-toc\"><p><strong>\u00cdndice<\/strong><\/p><nav><ul><li class=\"\"><a href=\"#la-vision-de-robert-bolt-martir-de-la-individualidad-o-de-la-fe\">A vis\u00e3o de Robert Bolt: m\u00e1rtir da individualidade ou da f\u00e9?<\/a><ul><li class=\"\"><a href=\"#el-conflicto-de-la-conciencia-frente-al-poder-terrenal\">O conflito da consci\u00eancia contra o poder terreno<\/a><\/li><\/ul><\/li><li class=\"\"><a href=\"#santo-tomas-moro-intercesor-del-opus-dei-en-1954\">S\u00e3o Tom\u00e1s More, intercessor do Opus Dei em 1954<\/a><\/li><\/ul><\/nav><\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Celebramos a festa de S\u00e3o Tom\u00e1s More explorando o seu legado de integridade e consci\u00eancia, analisado atrav\u00e9s da vis\u00e3o liter\u00e1ria magistral de Robert Bolt e da sua identidade inegoci\u00e1vel.<\/p>","protected":false},"author":5,"featured_media":183516,"comment_status":"open","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"give_campaign_id":0,"footnotes":""},"categories":[13],"tags":[432,430,431],"class_list":["post-182992","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-blog","tag-humanismo","tag-tomas-moro","tag-utopia"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182992","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/5"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=182992"}],"version-history":[{"count":8,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182992\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":230328,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/182992\/revisions\/230328"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/183516"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=182992"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=182992"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=182992"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}