{"id":160935,"date":"2022-11-14T12:35:37","date_gmt":"2022-11-14T11:35:37","guid":{"rendered":"https:\/\/carfundacion.roymo.info\/?post_type=testimonios&#038;p=160935"},"modified":"2025-10-23T13:00:02","modified_gmt":"2025-10-23T11:00:02","slug":"arjan-dodaj-auxiliar-de-tirana-del-comunismo-al-sacerdocio","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/arjan-dodaj-auxiliar-de-tirana-del-comunismo-al-sacerdocio\/","title":{"rendered":"Arcebispo Arjan Dodaj: do comunismo ao sacerd\u00f3cio"},"content":{"rendered":"<div class=\"et_pb_section et_pb_section_145 et_section_regular\">\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_787\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2208 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2209 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_848 post-excerpt et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2210 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_788\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2211 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2212 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_849 et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>Arjan Dodaj Arcebispo de Tirana-Durr\u00ebs<\/h2>\n<p><strong>Arcebispo Arjan Dodaj \u00e9 Arcebispo de Tirana-Durr\u00ebs (Alb\u00e2nia). <\/strong><strong>A sua vida n\u00e3o foi f\u00e1cil. Ele nasceu em La\u00e7-Kurbin, na mesma arquidiocese, no dia 21 de Janeiro de 1977. Em 1993, aos 16 anos de idade, depois de completar os seus estudos prim\u00e1rios e secund\u00e1rios na sua cidade natal, emigrou para It\u00e1lia e instalou-se em Cuneo, onde come\u00e7ou a trabalhar.<\/strong><\/p>\n<p><strong>Ele trabalhou como soldador - mais de 10 horas por dia - e eventualmente encontrou a f\u00e9 crist\u00e3 na Fraternidade dos Filhos da Cruz. Ele foi educado no ate\u00edsmo, mas quando encontrou Cristo, foi baptizado e Deus chamou-o para o sacerd\u00f3cio. <\/strong><strong>Eu contactei <a href=\"https:\/\/press.vatican.va\/content\/salastampa\/es\/bollettino\/pubblico\/2020\/04\/09\/rem.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\">Monsenhor Arjan Dodaj<\/a> atrav\u00e9s de alguns estudantes da Fraternidade dos Filhos da Cruz, cujos membros estudam na Universidade Pontif\u00edcia da Santa Cruz em Roma, gra\u00e7as ao apoio da Funda\u00e7\u00e3o CARF.<\/strong><\/p>\n<p><strong>D. Arjan Dodaj falou \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o CARF sobre o seu testemunho de convers\u00e3o e a sua voca\u00e7\u00e3o.<\/strong><\/p>\n<h3><strong>Uma hist\u00f3ria poderosa\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>\"Todas as hist\u00f3rias s\u00e3o comoventes, se pensarmos que cada hist\u00f3ria tem a ver com uma pessoa, com um ser humano, com o seu mundo e a sua vida. No entanto, h\u00e1 hist\u00f3rias que s\u00e3o mais chocantes do que outras, pelo menos para alguns de n\u00f3s que tiveram a oportunidade de viver e ver com os nossos pr\u00f3prios olhos certas situa\u00e7\u00f5es que abalaram a exist\u00eancia de alguns pa\u00edses em particular.<\/p>\n<p>Ainda me lembro, de facto, quando tinha 12 anos, dos barcos que vinham da Alb\u00e2nia para It\u00e1lia nos anos 90, cheios, cheios de pessoas amontoadas nos por\u00f5es, nas pontes, enchendo todos os espa\u00e7os, todos os buracos dispon\u00edveis para escapar \u00e0 pobreza, inseguran\u00e7a e incerteza que reinava no pa\u00eds dos Balc\u00e3s. Pode ter sido a primeira vez que a It\u00e1lia experimentou o fen\u00f3meno da imigra\u00e7\u00e3o em massa, um fen\u00f3meno para o qual n\u00e3o estava preparada e que \u00e9 agora uma ocorr\u00eancia di\u00e1ria.<\/p>\n<p><strong>- Fugi num navio da minha p\u00e1tria... Agora voltei como bispo.<\/strong><\/p>\n<p>Bem, hoje contamos a hist\u00f3ria de algu\u00e9m que experimentou tudo isto pessoalmente, porque um dos rapazes naqueles barcos que vimos hoje na televis\u00e3o \u00e9 um bispo. Ele nasceu em La\u00e7-Kurbin, na costa albanesa, e chegou \u00e0 It\u00e1lia como emigrante aos 16 anos de idade, depois de atravessar o Mar Adri\u00e1tico num barco. Ele fugiu do seu pa\u00eds numa noite quente e estrelada em Setembro de 1993, em busca de um futuro e de uma forma de ajudar a sua pobre fam\u00edlia, e hoje \u00e9 o Arcebispo Metropolitano de Tirana-Durr\u00ebs no seu pa\u00eds.<\/p>\n<p>Enquanto trabalhava como soldador e jardineiro, mais de dez horas por dia, deparou-se com a comunidade dos Filhos da Cruz, cujos membros est\u00e3o agora a estudar no <strong>Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz<\/strong> Gra\u00e7as \u00e0 ajuda que receberam da Funda\u00e7\u00e3o CARF - Funda\u00e7\u00e3o Centro Acad\u00e9mico Romano - e redescobriu a f\u00e9 crist\u00e3, que era proibida no seu pa\u00eds, devido \u00e0 doutrina do ate\u00edsmo de Estado, mas que no entanto permaneceu impressa no seu cora\u00e7\u00e3o, como uma mem\u00f3ria distante, gra\u00e7as \u00e0s can\u00e7\u00f5es que a sua av\u00f3 sussurrou ao seu ouvido.<\/p>\n<p><strong>- <\/strong><em><strong>Obrigado, Monsenhor Dodaj, \u00e9 uma honra ter a oportunidade de o entrevistar hoje para os nossos leitores de l\u00edngua espanhola. E voc\u00ea sabe que, como italiano, a sua hist\u00f3ria me toca pessoalmente.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Gra\u00e7as a si, \u00e9 um prazer, porque para mim, como para muitos albaneses que conheciam a It\u00e1lia atrav\u00e9s da televis\u00e3o italiana que pod\u00edamos ver no nosso pa\u00eds, havia apenas um desejo: ir a It\u00e1lia.<\/p>\n<h3><strong>Uma fam\u00edlia humilde e simples<\/strong><\/h3>\n<p><strong>-\u00a0<\/strong><em><strong>Fiquei muito impressionado com a sua hist\u00f3ria, com aquela f\u00e9 que se mant\u00e9m, bastante semeada e enterrada no cora\u00e7\u00e3o, sem que algu\u00e9m se aperceba, e que depois de muitos anos floresce...<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Sim, e tudo por causa da minha fam\u00edlia, uma fam\u00edlia muito humilde e simples, originalmente do norte da Alb\u00e2nia. Ent\u00e3o eu nasci em La\u00e7, uma cidade conhecida especialmente por um santu\u00e1rio dedicado a Santo Ant\u00f3nio, que \u00e9 muito querido por todos os albaneses e est\u00e1 localizado na montanha atr\u00e1s da minha aldeia. Este santu\u00e1rio \u00e9 um lugar que sempre me acompanhou na minha vida. De facto, desde crian\u00e7a, a escola que eu frequentava era ao p\u00e9 da montanha e mesmo ao lado dela era o caminho ao longo do qual, especialmente \u00e0s ter\u00e7as-feiras, por volta da festa do santo, ou outras festas das quais eu n\u00e3o tinha conhecimento na altura, muitas pessoas iam rezar \u00e0 intercess\u00e3o de Santo Ant\u00f3nio.<\/p>\n<h3><strong>Um pa\u00eds comunista\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- E isto apesar de viver num pa\u00eds comunista?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Sim, e apesar das proibi\u00e7\u00f5es estritas do sistema comunista num pa\u00eds que era, de facto, ateu por constitui\u00e7\u00e3o. A minha fam\u00edlia era de origem humilde: o meu pai trabalhava numa f\u00e1brica e a minha m\u00e3e num estaleiro de constru\u00e7\u00e3o. Para al\u00e9m de mim, havia as minhas duas irm\u00e3s. Crescemos juntos com muita simplicidade e caridade, com muito amor e um sentido de perten\u00e7a a esse grande dom que \u00e9 a fam\u00edlia.<\/p>\n<p>Na aldeia perto de La\u00e7 viviam os meus av\u00f3s maternos, que eu tive mais oportunidades de conhecer, pois eles n\u00e3o estavam muito longe. Ali tive, de certa forma, a minha primeira abordagem \u00e0 dimens\u00e3o religiosa, que eles viveram com grande discri\u00e7\u00e3o mas, ao mesmo tempo, com um profundo sentido da exist\u00eancia de Deus. Mesmo que fosse inconscientemente, atrevo-me a dizer que foi precisamente quando vi os meus av\u00f3s que consegui respirar na experi\u00eancia da f\u00e9 pela primeira vez.<\/p>\n<p>A minha av\u00f3 estava todos os dias em frente a uma estrutura em frente da casa, que eu n\u00e3o sabia que era a igreja da aldeia: ela estava ali, erguida, segurando o seu ter\u00e7o na m\u00e3o, e rezava. O meu av\u00f4, por outro lado, come\u00e7ou sempre o dia com o ter\u00e7o e s\u00f3 depois disso \u00e9 que vieram todas as outras actividades. Estas pr\u00e1ticas eram desconhecidas para mim, e mesmo assim transmitiram-me algo da sua f\u00e9, daquilo em que acreditavam de forma t\u00e3o \"acess\u00edvel\": a presen\u00e7a de Deus, invis\u00edvel mas vis\u00edvel para eles nos seus cora\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<h3><strong>Fuga da Alb\u00e2nia\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- Nos anos 90, ele decidiu fugir para It\u00e1lia: porqu\u00ea? <\/strong><\/em><\/p>\n<p>Nessa altura est\u00e1vamos a sair da Cortina de Ferro em que o nosso pa\u00eds estava, e o pluralismo apareceu e, com ele, a possibilidade de democracia, tantos albaneses tentaram encontrar um futuro melhor no Ocidente. Pessoalmente, tentei v\u00e1rias vezes fugir, especialmente para It\u00e1lia. A primeira tentativa foi em 8 de Agosto de 1991, depois do primeiro \u00eaxodo em massa que muitos italianos e albaneses se lembram, a de Mar\u00e7o, quando eu tinha catorze anos de idade.<\/p>\n<p>Nessa ocasi\u00e3o, houve o caso do famoso barco Vlora que transportava cerca de 20.000 imigrantes. Em vez disso, o barco que eu tinha decidido levar com muitas outras pessoas avariou-se e - ouso diz\u00ea-lo - por gra\u00e7a, n\u00e3o partiu. Percebi que ia ser uma viagem de grande sofrimento, pobreza e dificuldades. Depois disso, fiz v\u00e1rias outras tentativas para poder, como muitos dos meus amigos da mesma idade e numerosos adultos e fam\u00edlias, encontrar um futuro melhor no Ocidente.<\/p>\n<p>N\u00e3o era um futuro que eu procurava para mim mesmo, eu era movido pelo desejo de prover tamb\u00e9m \u00e0 minha fam\u00edlia: as minhas irm\u00e3s, os meus pais, que tinham sofrido tanto na extrema pobreza e grande persegui\u00e7\u00e3o durante a ditadura comunista.<\/p>\n<h3><strong>A segunda fuga\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- E finalmente chegou a ocasi\u00e3o...<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Sim, em 1993, atrav\u00e9s de organiza\u00e7\u00f5es obviamente clandestinas. Era a noite entre 15 e 16 de Setembro de 1993, eu tinha na altura 16 anos de idade. Certamente, na minha juventude, eu n\u00e3o estava consciente desta aventura porque, como disse, eu tinha apenas um desejo: ir para It\u00e1lia. Como albaneses, s\u00f3 conhec\u00edamos a It\u00e1lia atrav\u00e9s do que vimos nos canais italianos.<\/p>\n<p>A viagem come\u00e7ou a partir da lagoa da minha cidade natal, Patok, onde um barco do sul da It\u00e1lia atracou. \u00c9ramos quarenta no total e t\u00ednhamos pago uma quantia consider\u00e1vel de dinheiro, o que era quase imposs\u00edvel para n\u00f3s. Por esta raz\u00e3o eu estava em d\u00edvida mas, no momento da partida, cada um de n\u00f3s j\u00e1 tinha necessariamente pago a soma de um milh\u00e3o e seiscentos mil liras, algo como 850 euros, o que na altura, e especialmente num pa\u00eds como o nosso, era uma soma consider\u00e1vel.<\/p>\n<h3><strong>Eu deixei um peda\u00e7o do meu cora\u00e7\u00e3o\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p>Lembro-me muito bem daquela noite de 15 de Setembro: o belo c\u00e9u estrelado e o mar calmo. \u00c0 medida que viaj\u00e1vamos e nos afast\u00e1vamos da costa, pude ver as luzes da minha aldeia a apagarem-se. De alguma forma, senti um peda\u00e7o do meu cora\u00e7\u00e3o a cair lentamente. Cheg\u00e1mos a Carovigno, Puglia. L\u00e1 fomos apanhados e levados para uma casa em ru\u00ednas no meio de olivais. Depois, na manh\u00e3 seguinte, juntamente com outras pessoas, apanhei o comboio para Bari e depois, nessa mesma tarde, para Turim. De facto, outros amigos estavam \u00e0 nossa espera no Piemonte para nos ajudarem a encaixar na realidade italiana.<\/p>\n<h3><strong>Eu trabalho como soldador\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- N\u00e3o consigo sequer imaginar como deve ter sido dif\u00edcil....<\/strong><\/em><\/p>\n<p>\u00c9 claro, e ainda mais dif\u00edcil devido \u00e0 urg\u00eancia de pagar a d\u00edvida que me restava na Alb\u00e2nia. Quando cheguei a It\u00e1lia - gra\u00e7as a Deus - tinha alguns compatriotas que me ajudaram e apoiaram no primeiro per\u00edodo. Depois de Turim fui para Mil\u00e3o, onde sempre tentei encontrar um emprego. Mudei-me a p\u00e9, indo para onde quer que visse uma grua, para entrar no local da constru\u00e7\u00e3o ou onde quer que visse um restaurante, para tentar entrar como m\u00e1quina de lavar lou\u00e7a, mas infelizmente n\u00e3o foi f\u00e1cil.<\/p>\n<p>Outros amigos disseram-me mais tarde que em Cuneo, no Piemonte, havia uma hip\u00f3tese de encontrar alguma coisa. Ent\u00e3o eu fui l\u00e1. Instalei-me l\u00e1 e imediatamente encontrei ajuda num abrigo fundado por Franco Mondino: Casa Ristoro e Pace. Assim, comecei a trabalhar primeiro como soldador e depois passei para a constru\u00e7\u00e3o. O primeiro per\u00edodo em It\u00e1lia foi realmente cheio de muitas dificuldades, especialmente por causa da aus\u00eancia da minha fam\u00edlia e por ter que se adaptar a uma realidade totalmente nova. Mas mais tarde, com a gra\u00e7a do Senhor, eu compreendi e apreciei cada vez mais este per\u00edodo exaustivo.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2213 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_789\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2214 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2215 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_image et_pb_image_182\">\n<p><span class=\"et_pb_image_wrap\"><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-160940\" title=\"D. Arjan Dodaj Bispo Auxiliar de Tirana\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/5.jpeg\" sizes=\"(min-width: 0px) and (max-width: 480px) 480px, (min-width: 481px) 784px, 100vw\" srcset=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/5.jpeg 784w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/5-480x301.jpeg 480w\" alt=\"Mons. Arjan Dodaj obispo auxiliar de Tirana.\" \/><\/span><\/p>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_with_border et_pb_module et_pb_text et_pb_text_850 leyenda et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p>Don Arjan com o Papa Francisco.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2216 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_790\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2217 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2218 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_851 et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>O encontro com a Fraternidade dos Filhos da Cruz<\/h2>\n<p><em><strong>- At\u00e9 ao encontro com a Fraternidade dos Filhos da Cruz e com a f\u00e9 crist\u00e3...<\/strong><\/em><\/p>\n<p>O meu encontro com a Fraternidade dos Filhos da Cruz, o ramo sacerdotal da Casa de Maria, teve lugar em 1993, precisamente em Cuneo. L\u00e1 conheci um padre, Padre Massimo Allisiardi, que estava envolvido na vida da comunidade. Assim, a seu convite, tamb\u00e9m eu comecei a assistir ao seu grupo de ora\u00e7\u00e3o, entrando cada vez mais em contacto com os fundadores da Casa de Maria: o Padre Giacomo Martinelli e Nicoletta Reschini.<\/p>\n<p>Atrav\u00e9s deles tomei conhecimento do extraordin\u00e1rio evento de <a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/testimonios-sacerdotes\/la-virgen-de-medjugorje\/\">Medjugorje,<\/a> onde Nossa Senhora tem vindo a aparecer h\u00e1 mais de quarenta anos. No contexto e concep\u00e7\u00e3o do ate\u00edsmo total em que cresci, o mero facto de primeiro vir a saber que Deus existe e que Nossa Senhora aparece, e depois ter uma experi\u00eancia viva dela, foi para mim o in\u00edcio de uma vida completamente nova.<\/p>\n<p>Assim, ap\u00f3s um ano de discernimento, catequese e vida espiritual, recebi o sacramento do Baptismo. Naquele tempo nasceu o desejo de consagra\u00e7\u00e3o total ao Senhor na vida sacerdotal e tornou-se cada vez mais claro em mim, juntamente com outros jovens da comunidade.<\/p>\n<h3><strong>O dom vocacional\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- Uma mudan\u00e7a radical na sua vida...<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Claro que sim! E os meus estudos foram uma consequ\u00eancia desta viagem e do discernimento dos meus superiores. Ap\u00f3s tr\u00eas anos como membro externo da comunidade da Casa de Maria (de 1994 a 1997), fui definitivamente admitido e assim comecei os meus estudos de Filosofia e Teologia.<\/p>\n<p>Certamente, dentro da forma\u00e7\u00e3o sacerdotal, estes estudos assumem um aspecto importante, mesmo que n\u00e3o sejam eles o ponto determinante. De facto, foi decisivo para mim encontrar a Igreja atrav\u00e9s daquela pequena realidade na qual a provid\u00eancia de Deus me tinha colocado: a experi\u00eancia carism\u00e1tica que o Senhor me deu na Casa de Maria e na Fraternidade dos Filhos da Cruz, hoje reconhecida como uma sociedade de vida apost\u00f3lica.<\/p>\n<p>Acredito que esta forma\u00e7\u00e3o e convers\u00e3o n\u00e3o \u00e9 apenas um facto de como as coisas aconteceram, mas uma necessidade concreta e di\u00e1ria. Cada um de n\u00f3s deve desenvolver e viver o dom vocacional no contexto est\u00e1vel da verifica\u00e7\u00e3o e da experi\u00eancia eclesial e comunit\u00e1ria. O chamamento do Senhor \u00e9 di\u00e1rio, tal como a nossa resposta, que est\u00e1 sempre encarnada na face concreta da Igreja.<\/p>\n<p>Por isso fui ordenado sacerdote em 11 de Maio de 2003 pelo Papa Jo\u00e3o Paulo II na Bas\u00edlica de S\u00e3o Pedro.<\/p>\n<h3><strong>Ao servi\u00e7o do Senhor\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- E agora voc\u00ea \u00e9 o primeiro bispo da fraternidade - uma grande responsabilidade!<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Francamente, na fraternidade sinto que sou um dos irm\u00e3os do Senhor, como todos os outros, de facto o mais indigno. Para mim, ser bispo n\u00e3o \u00e9 um ponto de chegada, mas um apelo a uma vigil\u00e2ncia ainda maior, a um servi\u00e7o ainda maior e a uma resposta cada vez mais humilde. Sinto uma maior necessidade do apoio orante dos meus irm\u00e3os e da minha comunidade, porque tudo o que o Senhor me deu neste carisma pode enriquecer e servir a sua Igreja. Portanto, n\u00e3o estou de forma alguma desligado da hist\u00f3ria que me gerou.<\/p>\n<p>Pelo contr\u00e1rio - como j\u00e1 disse - preciso de tirar cada vez mais desta fonte vital, para me colocar ao servi\u00e7o onde o Senhor me quis. E \u00e9 por isso que me sinto chamado a contribuir com aqueles dons que o Senhor me deu e o que Ele diz \u00e0 Igreja atrav\u00e9s da sua M\u00e3e, do Papa e do seu Magist\u00e9rio, certamente com absoluto respeito pela identidade desta Igreja particular de Tirana-Durr\u00ebs.<\/p>\n<h3><strong>\u00a0Fidelidade \u00e0 Igreja\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><strong><em>- <\/em>A Fraternidade Filhos da Cruz obteve recentemente o reconhecimento oficial: o que \u00e9 que ela \u00e9 especificamente chamada a fazer? <\/strong><\/p>\n<p>A nossa Fraternidade da <a href=\"https:\/\/www.religionenlibertad.com\/personajes\/801137898\/andrea-carlo-borsani-gemelos-seminaristas-misioneros-casa-maria.html\" target=\"_blank\" rel=\"noopener\"><em>Filhos da Cruz<\/em>,<\/a> bem como a da pr\u00f3pria comunidade <em>A Casa de Maria<\/em>\u00e9 uma realidade eclesial muito jovem e os seus frutos v\u00e3o sendo revelados pouco a pouco, especialmente na fidelidade \u00e0 Igreja. Tal como n\u00e3o h\u00e1 fruto sem \u00e1rvore, cada dom \u00e9 revelado como uma tarefa de servi\u00e7o \u00e0 Igreja, de acordo com o des\u00edgnio espec\u00edfico que o Senhor gerou. Isto tamb\u00e9m se aplica \u00e0 nossa realidade.<\/p>\n<p><img decoding=\"async\" class=\"wp-image-160939 size-large\" style=\"font-weight: bold;\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2022\/11\/3-1024x849.jpeg\" alt=\"Mons. Arjan Dodaj obispo auxiliar de Tirana\" width=\"1024\" height=\"849\" \/><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2219 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_791\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_2220 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_2221 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_852 frase-destacada et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>\"Para mim, ser bispo n\u00e3o \u00e9 um ponto de chegada, mas um apelo \u00e0 vigil\u00e2ncia, a um servi\u00e7o ainda maior e a uma resposta cada vez mais humilde. Sinto a maior necessidade do apoio orante dos meus irm\u00e3os e da minha comunidade\".\u00a0<\/strong><\/em><\/p>\n<\/blockquote>\n<p style=\"text-align: center;\"><em><strong>Mons. Arjan Dodaj.<\/strong><\/em><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_2222 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_792\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2223 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2224 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_853 et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>Os desafios que a Igreja na Alb\u00e2nia enfrenta<\/h2>\n<p><em><strong>- Quais s\u00e3o os desafios que a Igreja na Alb\u00e2nia enfrenta? <\/strong><\/em><\/p>\n<p>Bem, os mesmos que o Papa Francisco apresentou aos bispos da Igreja em todo o mundo. Em particular, no apelo a viver a experi\u00eancia da verdadeira sinodalidade, ou seja, uma viagem comunit\u00e1ria do Povo de Deus. Mas se o convite \u00e9 para toda a Igreja, cada realidade particular \u00e9 chamada a torn\u00e1-la operativa, lembrando-se da sua pr\u00f3pria particularidade. Portanto, acredito que a nossa Igreja albanesa inscreveu a especificidade do mart\u00edrio. O mart\u00edrio deve ser um tesouro.<\/p>\n<p>A Igreja Albanesa ainda n\u00e3o declarou completamente o que Tertuliano diz: <em>Sanguis martyrum, s\u00e9men christianorum<\/em>. De facto, ainda h\u00e1 muitos irm\u00e3os e irm\u00e3s que est\u00e3o \u00e0 espera de se tornarem crist\u00e3os pela gra\u00e7a dos nossos m\u00e1rtires. E n\u00f3s, com uma consci\u00eancia crescente, somos chamados a tornar a sua oferta evidente. Outra peculiaridade da nossa Igreja \u00e9 que ela \u00e9 velha e nova ao mesmo tempo. Antiga, porque \u00e9 uma Igreja apost\u00f3lica. O primeiro bispo da nossa diocese de Durr\u00ebs foi S\u00e3o C\u00e9sar, um bispo m\u00e1rtir, um dos setenta e dois disc\u00edpulos do Senhor.<\/p>\n<p>Contudo, \u00e9 uma Igreja evangelizada pelo pr\u00f3prio Paulo, como ele diz na Ep\u00edstola aos Romanos: \"Em todas as direc\u00e7\u00f5es, partindo de Jerusal\u00e9m e chegando at\u00e9 Illyria, completei a proclama\u00e7\u00e3o do Evangelho de Cristo\" (Rom 15,19). Contudo, \u00e9 uma nova Igreja, porque depois de cinco s\u00e9culos de ocupa\u00e7\u00e3o otomana e cinquenta anos de dram\u00e1ticas torturas, persegui\u00e7\u00f5es e aniquila\u00e7\u00e3o \u00e0s m\u00e3os do comunismo, \u00e9 nova na mensagem que recebe. \u00c9 uma Igreja que precisa de cultivar cada vez mais com bondade, paci\u00eancia e amor a mensagem do Senhor, especialmente nos muitos jovens que est\u00e3o \u00e0 procura de Cristo e do seu amor.<\/p>\n<h3><strong>Rela\u00e7\u00e3o com a Igreja Ortodoxa e o Isl\u00e3o<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- E \u00e9 tamb\u00e9m uma realidade muito complexa, considerando a presen\u00e7a muito forte da Igreja Ortodoxa e do Isl\u00e3o no pa\u00eds....<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Sim, e se tamb\u00e9m tivermos em conta que na nossa arquidiocese temos um grande n\u00famero de pessoas que est\u00e3o a iniciar o catecumenato e se est\u00e3o a aproximar do <a href=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/oracion-misa-y-mision-cristiana\/\">Igreja Cat\u00f3lica,<\/a> tornando-se filhos de Deus atrav\u00e9s do Baptismo. Aqui na Alb\u00e2nia, a rela\u00e7\u00e3o com o Isl\u00e3o e a Igreja Ortodoxa \u00e9 muito especial, sen\u00e3o mesmo \u00fanica. <strong>O pr\u00f3prio Papa Francisco levou-o para o mundo como um exemplo de coopera\u00e7\u00e3o fraterna. <\/strong><\/p>\n<p>\u00c9 evidente que este \u00e9 um presente que nunca podemos tomar como certo, mas que devemos cultivar, acompanhar e apoiar, todos os dias. \u00c9 precisamente por isso que frequentemente nos encontramos com os v\u00e1rios l\u00edderes religiosos em v\u00e1rias comiss\u00f5es, para lhes apresentarmos iniciativas valiosas nos campos da cultura, educa\u00e7\u00e3o, mulheres, imigrantes e caridade. Tais iniciativas procuram solicitar e despertar na sociedade, nas institui\u00e7\u00f5es e, sobretudo, no cora\u00e7\u00e3o das pessoas que precisam de unidade e comunh\u00e3o que s\u00f3 o \"esp\u00edrito dos que acreditam\" (cf. Actos 4:32) pode tornar evidente.<\/p>\n<h3><strong>Abordar a situa\u00e7\u00e3o dos migrantes\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- Voc\u00ea mesmo tem sido um migrante e hoje esta quest\u00e3o est\u00e1 mais viva e dolorosa do que nunca: por um lado a trag\u00e9dia da perda de dezenas de milhares de vidas todos os anos no Mediterr\u00e2neo, por outro o medo de perder a identidade, a f\u00e9, a seguran\u00e7a econ\u00f3mica e social por ser demasiado aberto para acolher tantas pessoas necessitadas. Como pensa que tudo isto pode ser resolvido?<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Creio que n\u00e3o h\u00e1 uma resposta clara e definitiva a esta pergunta, porque estamos sempre a lidar com pessoas reais, com uma hist\u00f3ria, por vezes marcada por feridas, sofrimento e dor, mas tamb\u00e9m com muita esperan\u00e7a. Somos chamados a responder aos desejos reais do cora\u00e7\u00e3o humano, sem nunca perder de vista a responsabilidade de alimentar essas mesmas esperan\u00e7as nos pa\u00edses de acolhimento.<\/p>\n<p>Claro que isto n\u00e3o significa apagar a cultura do pa\u00eds de acolhimento; n\u00e3o se oferece um acolhimento melhor perdendo a pr\u00f3pria identidade. Se n\u00e3o soubermos quem somos, n\u00e3o podemos saber quem estamos a acolher. \u00c9 portanto necess\u00e1rio redescobrir a beleza da riqueza do encontro entre culturas, assim como a defesa da pr\u00f3pria identidade. S\u00f3 desta forma haver\u00e1 um verdadeiro enriquecimento que levar\u00e1 \u00e0 complementaridade. Caso contr\u00e1rio, corremos o risco de viver numa sociedade que procura apenas normalizar tudo e todos.<\/p>\n<p>Portanto, no final, posso dizer que a resposta est\u00e1 no amor e no servi\u00e7o que vem da f\u00e9 de um povo que, como a It\u00e1lia, por exemplo, sabe ser acolhedor e generoso ao mesmo tempo; que sabe reconhecer a sua identidade naquelas ra\u00edzes distantes no mundo da arte e da cultura e em muitas outras coisas, claro, mas principalmente naquelas ra\u00edzes da f\u00e9 crist\u00e3 cat\u00f3lica.<\/p>\n<h3><strong>Na Universidade\u00a0<\/strong><strong>Pontif\u00edcio\u00a0<\/strong><strong>da Santa Cruz\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><em><strong>- Na Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz temos um pequeno mundo marcado por tudo o que dizeis, e tamb\u00e9m pelo prazer que a Fraternidade dos Filhos da Cruz, que \u00e9 a vossa fam\u00edlia de origem na f\u00e9, como muitas outras realidades da Igreja universal, tem a possibilidade de receber uma forma\u00e7\u00e3o adequada para enfrentar todos estes desafios a n\u00edvel global.<\/strong><\/em><\/p>\n<p>Estou muito grato ao Senhor por todas estas realidades que, como a Universidade da Santa Cruz, surgem do trabalho prof\u00e9tico que S\u00e3o Josemaria Escriv\u00e1 soube dar \u00e0 Igreja atrav\u00e9s da Prelatura do Opus Dei. Juntos, pedimos a gra\u00e7a de que na Igreja e no lugar onde nos encontramos, possamos sempre saber como levar essa gra\u00e7a que o nosso Senhor semeou nos cora\u00e7\u00f5es dos santos. De facto, n\u00f3s tamb\u00e9m, herdando estes dons da sua oferta e resposta, podemos por sua vez ser inclu\u00eddos no sinal de profecia que eles foram capazes de proclamar. Assim, juntos podemos tornar-nos uma semente de profecia e esperan\u00e7a para todos os que encontramos. Obrigado.<\/p>\n<p><strong>Muito obrigado a si, Monsenhor.<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2225 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_793\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2226 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_2227 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_with_border et_pb_module et_pb_text et_pb_text_854 elemento-firma et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p><strong>Gerardo Ferrara<\/strong><br \/>\nLicenciado em Hist\u00f3ria e Ci\u00eancia Pol\u00edtica, especializado no M\u00e9dio Oriente.<br \/>\nRespons\u00e1vel pelos estudantes da Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz em Roma.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_2228 et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>A Arquidiocese de Tirana-Durr\u00ebs \u00e9 uma circunscri\u00e7\u00e3o eclesi\u00e1stica latina da Igreja Cat\u00f3lica na Alb\u00e2nia. O Papa Francisco nomeou o Rev. Arjan Dodaj bispo auxiliar desta arquidiocese, atribuindo-lhe a sede titular de Lestrona, no dia 9 de Abril de 2020, aos 43 anos de idade. Criado numa cultura ateia e comunista, ele converteu-se e descobriu a sua voca\u00e7\u00e3o para o sacerd\u00f3cio. Hoje ele \u00e9 o Arcebispo Metropolitano de Tirana-Durr\u00ebs. Ele conta \u00e0 Funda\u00e7\u00e3o CARF sobre a sua convers\u00e3o do comunismo para se tornar bispo.  <\/p>","protected":false},"author":719,"featured_media":169040,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"give_campaign_id":0,"footnotes":""},"categories":[109],"tags":[177,120],"class_list":["post-160935","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historias","tag-obispo","tag-sacerdote"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/160935","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/719"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=160935"}],"version-history":[{"count":2,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/160935\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":225639,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/160935\/revisions\/225639"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/169040"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=160935"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=160935"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=160935"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}