{"id":147401,"date":"2021-12-20T08:00:18","date_gmt":"2021-12-20T08:00:18","guid":{"rendered":"https:\/\/carfundacion.roymo.info\/?post_type=testimonios&#038;p=147401"},"modified":"2024-10-09T13:34:38","modified_gmt":"2024-10-09T11:34:38","slug":"don-ivan-sacerdote-boliviano-de-raices-indigenas","status":"publish","type":"post","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/don-ivan-sacerdote-boliviano-de-raices-indigenas\/","title":{"rendered":"Don Iv\u00e1n, padre boliviano de ra\u00edzes ind\u00edgenas"},"content":{"rendered":"<div class=\"et_pb_section et_pb_section_108 et_section_regular\">\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_531\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_1450  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><span style=\"font-size: revert; color: initial;\">\"Nasci em La Paz, Bol\u00edvia, a 26 de Junho de 1984 e estou agora em Roma, na Universidade Pontif\u00edcia da Santa Cruz, a estudar o primeiro ano da minha licenciatura em Comunica\u00e7\u00e3o Institucional da Igreja, gra\u00e7as a uma bolsa de estudo integral da Funda\u00e7\u00e3o CARF - Centro Acad\u00e9mico Romano.<\/span><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_532\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_1454  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_586  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>De ra\u00edzes ind\u00edgenas<\/h2>\n<p>Agrade\u00e7o a Deus por ser crist\u00e3o e pela f\u00e9 que a minha fam\u00edlia me transmitiu de uma forma simples. <strong>Eu venho de ra\u00edzes ind\u00edgenas. Os meus pais s\u00e3o de ascend\u00eancia quechua.  A minha m\u00e3e \u00e9 da prov\u00edncia entre Potos\u00ed e Chuquisaca e o meu pai de Sucre.<\/strong> Devido \u00e0 situa\u00e7\u00e3o familiar, os meus pais tiveram de migrar do campo para a cidade e foi a\u00ed que se conheceram.<\/p>\n<p>Eles fizeram um simples neg\u00f3cio porque n\u00e3o podiam ir \u00e0 escola. O meu pai aprendeu o of\u00edcio de alfaiate e a minha m\u00e3e trabalhava como faxineira.<\/p>\n<p>A situa\u00e7\u00e3o econ\u00f3mica n\u00e3o tem sido f\u00e1cil para os meus pais e para os meus quatro irm\u00e3os. Eu sou o mais novo. At\u00e9 hoje, a minha fam\u00edlia n\u00e3o tem casa pr\u00f3pria, embora os meus irm\u00e3os mais velhos tenham estudado e tenham sido capazes de constituir a sua pr\u00f3pria fam\u00edlia. Isto \u00e9 algo que o meu pai v\u00ea do c\u00e9u, pois ele morreu h\u00e1 dois anos.<\/p>\n<h3><strong>Com a idade de 13 anos preparei-me para a minha primeira comunh\u00e3o.\u00a0<\/strong><\/h3>\n<p><strong>Quando fiz 13 anos, tomei a iniciativa de me preparar para a minha primeira comunh\u00e3o.<\/strong> O catecismo ajudou-me a descobrir mais sobre o Senhor e foi assim que me aproximei da par\u00f3quia onde fomos \u00e0 missa no centro da cidade. No meu tempo livre, colaborei com os sacerdotes num espa\u00e7o chamado orat\u00f3rio, que era tamb\u00e9m uma actividade de recrea\u00e7\u00e3o pessoal e comunit\u00e1ria.<\/p>\n<p>Ap\u00f3s dois anos desisti desta actividade paroquial por causa das exig\u00eancias em casa, mas <strong>Eu senti um grande vazio<\/strong>. Eu precisava de estar perto da vida comunit\u00e1ria da igreja. Por isso organizei-me e comecei a ir \u00e0 par\u00f3quia do bairro. O padre fez-me imediatamente um catequista para as crian\u00e7as da primeira comunh\u00e3o e um ac\u00f3lito.<\/p>\n<p>Esta etapa juvenil foi muito agrad\u00e1vel para mim, apesar de ter de organizar bem o meu tempo livre, com as tarefas em casa. Posteriormente, abandonei estas tarefas paroquiais para as minhas fun\u00e7\u00f5es na escola secund\u00e1ria e no servi\u00e7o pr\u00e9-militar.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_533\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_1457  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_587 frase-destacada  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p><strong>\"Quando fiz 13 anos, tomei a iniciativa de me preparar para a minha primeira comunh\u00e3o. O catecismo ajudou-me a descobrir mais o Senhor e foi assim que me aproximei da par\u00f3quia\".<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_1458  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et-last-child et_pb_column_empty\"><\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_534\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_5 et_pb_column_1459  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough et_pb_column_empty\"><img decoding=\"async\" class=\"aligncenter size-medium wp-image-181845\" src=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano-300x226.jpeg\" alt=\"don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano.jpeg\" width=\"300\" height=\"226\" srcset=\"https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano-300x226.jpeg 300w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano-600x452.jpeg 600w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano-768x578.jpeg 768w, https:\/\/fundacioncarf.org\/wp-content\/uploads\/2023\/05\/don-ivan-bravo-calvimontes-saverdote-boliviano.jpeg 1024w\" sizes=\"(max-width: 300px) 100vw, 300px\" \/><\/div>\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_1460  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_image et_pb_image_132\">\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_with_border et_pb_module et_pb_text et_pb_text_588 leyenda  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p>Iv\u00e1n Bravo Calvimontes \u00e9 um sacerdote diocesano de La Paz, Bol\u00edvia. Ele foi ordenado sacerdote no dia 12 de Maio de 2011. Ele tem 37 anos de idade e vem de uma fam\u00edlia com ra\u00edzes ind\u00edgenas. Ele \u00e9 p\u00e1roco h\u00e1 dez anos numa par\u00f3quia dos Aymara e dos povos ind\u00edgenas perif\u00e9ricos.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_535\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_1463  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_589  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>Preocupa\u00e7\u00e3o com a voca\u00e7\u00e3o sacerdotal<\/h2>\n<p>Quando terminei a escola, pensei em v\u00e1rias carreiras universit\u00e1rias no campo social, a fim de estar ao servi\u00e7o da humanidade e da sociedade. Os meus pais tamb\u00e9m me encorajaram a tornar-me um profissional neste campo, <strong>porque eles viram as minhas capacidades e qualidades em mim e para que eu pudesse sair da pobreza. <\/strong><\/p>\n<p>Mas havia algo diferente em mim, porque estava interessado em aprender sobre a vida numa casa de forma\u00e7\u00e3o para ser padre. Ent\u00e3o, perguntei por a\u00ed e puseram-me no caminho com a pastoral vocacional da minha par\u00f3quia.<\/p>\n<h2>\"Toda a gente ficou sem palavras\".<\/h2>\n<p><strong>Quando contei a todos em casa sobre a minha voca\u00e7\u00e3o, eles ficaram sem palavras. <\/strong>Eles n\u00e3o esperavam que eu entrasse num semin\u00e1rio. Mas a minha decis\u00e3o foi livre e consciente, embora eu n\u00e3o possa negar que lamentei ter deixado a minha fam\u00edlia e os meus planos pessoais.<\/p>\n<p>Contudo, algo maior do que a minha for\u00e7a deu-me coragem para o fazer. No dia em que eu estava a sair de casa eles estavam conscientes de que era um passo muito maduro da minha parte, uma decis\u00e3o que eles aceitaram porque perceberam que era um passo muito maduro da minha parte. <strong>que n\u00f3s crian\u00e7as devemos ser felizes no discernimento vocacional para a vida.<\/strong><\/p>\n<h2>S\u00e3o Josemar\u00eda<\/h2>\n<p>Na minha forma\u00e7\u00e3o sacerdotal encontrei sacerdotes do Opus Dei que me confessaram, me encorajaram e me acompanharam. Depois de ter sido ordenado di\u00e1cono, fui convidado para c\u00edrculos de sacerdotes onde me senti muito bem e foi assim que conheci S\u00e3o Josemaria, a quem me confiei em diferentes circunst\u00e2ncias da vida.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_536\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_1_3 et_pb_column_1466  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_590 frase-destacada  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p><strong>\"Quando eu falei da minha voca\u00e7\u00e3o em casa, todos ficaram sem palavras. Contudo, algo maior do que a minha for\u00e7a deu-me coragem para o fazer. No dia em que sa\u00ed de casa eles estavam conscientes de que era um passo muito maduro da minha parte, uma decis\u00e3o que eles aceitaram porque perceberam que n\u00f3s filhos devemos ser felizes no discernimento vocacional para a vida\".<\/strong><\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_537\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_1469  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_with_border et_pb_module et_pb_text et_pb_text_591 leyenda  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<p>\"A minha diocese tem passado por tempos dif\u00edceis desde muito antes da pandemia. Por esta raz\u00e3o, muitos padres da jurisdi\u00e7\u00e3o n\u00e3o tiveram a oportunidade de prosseguir o ensino superior, devido n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 taxa de c\u00e2mbio da moeda nacional com moeda estrangeira, mas tamb\u00e9m \u00e0 situa\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-pol\u00edtica na Bol\u00edvia, onde a Igreja ainda enfrenta persegui\u00e7\u00f5es e h\u00e1 uma diminui\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es.<\/p>\n<p>Contudo, o novo arcebispo n\u00e3o desiste e est\u00e1 empenhado na qualifica\u00e7\u00e3o do clero. Foi assim que aceit\u00e1mos a possibilidade de estudar na Universidade Pontif\u00edcia da Santa Cruz em Roma, apesar da situa\u00e7\u00e3o complexa que a nossa Igreja local est\u00e1 a atravessar\", diz D. Iv\u00e1n.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<div class=\"et_pb_row et_pb_row_538\">\n<div class=\"et_pb_column et_pb_column_3_5 et_pb_column_1472  et_pb_css_mix_blend_mode_passthrough\">\n<div class=\"et_pb_module et_pb_text et_pb_text_592  et_pb_text_align_left et_pb_bg_layout_light\">\n<div class=\"et_pb_text_inner\">\n<h2>A uma par\u00f3quia ind\u00edgena aymara e perif\u00e9rica<\/h2>\n<p><strong>Fui ordenado sacerdote no dia 12 de Maio de 2011. Em 2017, fui designado como p\u00e1roco numa par\u00f3quia do povo ind\u00edgena Aymara e perif\u00e9rico<\/strong>.<\/p>\n<p>Continuei a assistir aos retiros para sacerdotes diocesanos oferecidos pela Obra e foi assim que em 2021, depois de dez anos de servi\u00e7o na par\u00f3quia, o meu bispo me fez perceber a necessidade de estudos superiores.<\/p>\n<p>A partir do momento em que esta possibilidade se abriu, coloquei tudo sob a vontade de Deus. Os custos financeiros eram elevados, porque a minha diocese tem passado por tempos dif\u00edceis desde muito antes da pandemia.<\/p>\n<h2>Situa\u00e7\u00e3o s\u00f3cio-pol\u00edtica na Bol\u00edvia<\/h2>\n<p>Portanto, muitos padres da jurisdi\u00e7\u00e3o n\u00e3o tiveram esta oportunidade, devido n\u00e3o s\u00f3 \u00e0 varia\u00e7\u00e3o da moeda nacional com moeda estrangeira, mas tamb\u00e9m \u00e0 situa\u00e7\u00e3o <strong>A Igreja continua a enfrentar persegui\u00e7\u00e3o e uma diminui\u00e7\u00e3o das voca\u00e7\u00f5es.<\/strong><\/p>\n<p>Contudo, o novo arcebispo n\u00e3o desiste e est\u00e1 empenhado na qualifica\u00e7\u00e3o do clero. Foi assim que aceit\u00e1mos a possibilidade de estudar na Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz, apesar da situa\u00e7\u00e3o complexa da nossa Igreja local.<\/p>\n<h2>\"Tudo \u00e9 novo para mim\".<\/h2>\n<p>Eu nunca tinha sa\u00eddo do meu pa\u00eds e tive de fazer tudo do zero para poder ter acesso a estes estudos. \u00c9 maravilhoso porque tudo \u00e9 novo para mim. Por esta raz\u00e3o, estou muito grato ao Senhor pelo dom dos estudos na Universidade Pontif\u00edcia da Santa Cruz, em Roma.<\/p>\n<p>S\u00f3 sei que o P. Josemar\u00eda me permitiu estar presente. <em>aqui<\/em>. Estou a dar o meu melhor face ao que est\u00e1 para vir nesta bela experi\u00eancia de f\u00e9 e vida. <strong>Na Universidade, percebemos que o Senhor est\u00e1 no nosso meio porque a catolicidade se torna palp\u00e1vel.<\/strong>Sacerdotes da Am\u00e9rica, Europa, \u00cdndia, Austr\u00e1lia, \u00c1frica.<\/p>\n<h2>Agradecimentos<\/h2>\n<p>N\u00f3s falamos de Deus, vivemos para Ele e celebramos em comunh\u00e3o, configurando-nos a Jesus no Bom Pastor, para santificar a vida quotidiana. Gra\u00e7as a Deus e \u00e0queles que tornam poss\u00edvel a nossa forma\u00e7\u00e3o e o nosso regresso aos nossos pa\u00edses com a alegria do Evangelho, sendo enviados como disc\u00edpulos e mission\u00e1rios.<\/p>\n<p>Com gratid\u00e3o, um servidor em Cristo e Maria.<\/p>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>\n<\/div>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Don Iv\u00e1n Bravo Calvimontes \u00e9 um sacerdote diocesano de La Paz, Bol\u00edvia. Ele tem 37 anos de idade e vem de uma fam\u00edlia com ra\u00edzes ind\u00edgenas. Ele \u00e9 p\u00e1roco h\u00e1 dez anos numa par\u00f3quia dos Aymara e dos povos ind\u00edgenas perif\u00e9ricos. Agora, gra\u00e7as a uma bolsa CARF, est\u00e1 a estudar Comunica\u00e7\u00e3o na Pontif\u00edcia Universidade da Santa Cruz, em Roma. Ele fala-nos da sua voca\u00e7\u00e3o. <\/p>","protected":false},"author":4,"featured_media":194168,"comment_status":"closed","ping_status":"closed","sticky":false,"template":"","format":"standard","meta":{"_acf_changed":false,"give_campaign_id":0,"footnotes":""},"categories":[109],"tags":[120,121],"class_list":["post-147401","post","type-post","status-publish","format-standard","has-post-thumbnail","hentry","category-historias","tag-sacerdote","tag-seminarista"],"acf":[],"_links":{"self":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147401","targetHints":{"allow":["GET"]}}],"collection":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts"}],"about":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/types\/post"}],"author":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/users\/4"}],"replies":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/comments?post=147401"}],"version-history":[{"count":6,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147401\/revisions"}],"predecessor-version":[{"id":198745,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/posts\/147401\/revisions\/198745"}],"wp:featuredmedia":[{"embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media\/194168"}],"wp:attachment":[{"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/media?parent=147401"}],"wp:term":[{"taxonomy":"category","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/categories?post=147401"},{"taxonomy":"post_tag","embeddable":true,"href":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/wp-json\/wp\/v2\/tags?post=147401"}],"curies":[{"name":"wp","href":"https:\/\/api.w.org\/{rel}","templated":true}]}}