{"id":181544,"date":"2023-05-15T20:52:16","date_gmt":"2023-05-15T18:52:16","guid":{"rendered":"https:\/\/staging.fundacioncarf.org\/colabora\/pon-cara-a-tu-donativo\/roven-earl-de-la-cruz-danao\/"},"modified":"2025-08-20T12:28:46","modified_gmt":"2025-08-20T10:28:46","slug":"roven-earl-de-la-cruz-danao","status":"publish","type":"candidatos","link":"https:\/\/fundacioncarf.org\/pt\/colabora\/pon-cara-a-tu-donativo\/roven-earl-de-la-cruz-danao\/","title":{"rendered":"Roven Earl de la Cruz Danao"},"content":{"rendered":"<p><span style=\"font-weight: 400;\">Roven Earl Danao de la Cruz \u00e9 um seminarista da Diocese de Masbate, nas Filipinas. <\/span><span style=\"color: var(--azul-1); font-size: 22px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">\"A minha fam\u00edlia e parentes s\u00e3o cat\u00f3licos e por isso partilharam comigo a f\u00e9 crist\u00e3. Quando os meus pais me enviaram para estudar numa escola cat\u00f3lica na nossa \u00e1rea, esta semente de f\u00e9 cresceu. Nesse ambiente comecei, pouco a pouco, a descobrir a minha voca\u00e7\u00e3o sacerdotal. Lembro-me claramente daquele momento em que disse a mim mesmo, pela primeira vez na minha vida, que queria ser padre. Eu tinha oito anos de idade e estava numa missa mensal na nossa escola quando fui muito afectado pela vida do padre. Como eu chegava sempre muito tarde \u00e0 missa e as cadeiras j\u00e1 estavam ocupadas, eu levantava-me. O que me deixou triste, por\u00e9m, foi que cheguei mais cedo do que o padre. Ent\u00e3o a Missa come\u00e7aria e, para minha surpresa, eu veria que o padre poderia sentar-se mesmo que fosse muito mais tarde do que eu. Depois da missa, abordei a minha professora para lhe perguntar sobre o assunto. Ela disse-me em tom de brincadeira que eu tinha de ser um como ele antes de me poder sentar. Ent\u00e3o eu decidi ent\u00e3o e ali que queria ser padre: s\u00f3 para poder ter um lugar quando chegasse atrasado.\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quatro anos mais tarde, gra\u00e7as \u00e0 provid\u00eancia divina, esta raz\u00e3o superficial amadureceu. Quando terminei a escola prim\u00e1ria, falei com os meus pais para lhes dizer que queria entrar no semin\u00e1rio. A primeira resposta foi muito negativa. Por isso, orei ao Senhor para me dar um <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">sinal<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\"> Eu pedi-lhe que se ele me permitisse entrar no semin\u00e1rio, eu o tomaria como um sinal seguro de que sou pelo sacerd\u00f3cio. Por isso, pedi-lhe que se ele me permitisse entrar no semin\u00e1rio, eu tom\u00e1-lo-ia como um sinal seguro de que sou pelo sacerd\u00f3cio. Algumas semanas depois, esta ora\u00e7\u00e3o foi-me concedida: os meus pais autorizaram-me a entrar no semin\u00e1rio menor. Entrei no semin\u00e1rio menor aos 12 anos e l\u00e1 comecei a ter um longo tempo de discernimento que resultou num bom relacionamento com Deus e com os meus irm\u00e3os. A\u00ed eu gostei muito da vida comunit\u00e1ria. <\/span><span style=\"color: var(--azul-1); font-size: 22px;\">\u00a0<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Foi no semin\u00e1rio menor que eu experimentei pela primeira vez na minha vida ser um extrovertido que se transformou em ter muitos bons amigos com quem partilhei as minhas alegrias e tristezas. Lembro-me de um momento em que os meus colegas de turma se juntaram a um colega nosso que, por ter atirado involuntariamente um papel amassado a um professor enquanto jog\u00e1vamos durante a aula, foi punido pelos nossos formadores com uma semana de trabalho de limpeza. A raz\u00e3o porque fizemos isto foi que, na nossa promo\u00e7\u00e3o, a frase \"Um por todos! E todos por um!\" est\u00e1 sempre acima de qualquer regra de fraternidade. Servimos o castigo com alegria porque era um tempo em que pod\u00edamos ter conversas de riso. Com estes rapazes, aprendi que uma vida feliz \u00e9 aquela que pensa sempre no <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">outro<\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">. Ao mesmo tempo, tamb\u00e9m percebi que o caminho da minha vida \u00e9 pensar no que Deus me pede: a minha voca\u00e7\u00e3o sacerdotal.<\/span><\/p>\n<p><span style=\"font-weight: 400;\">Quatro anos mais tarde, continuei a minha forma\u00e7\u00e3o no semin\u00e1rio maior. Durante este tempo, houve dificuldades que me fizeram duvidar da certeza da minha voca\u00e7\u00e3o. Assim, levantei o assunto com o meu formador e nessa conversa ele lembrou-me dos primeiros momentos em que decidi tornar-me padre. Depois, lembrei-me do <\/span><i><span style=\"font-weight: 400;\">sinal <\/span><\/i><span style=\"font-weight: 400;\">Eu tinha pedido antes de entrar no semin\u00e1rio. Gra\u00e7as a este meu formador, redescobri a grandeza da minha voca\u00e7\u00e3o e por isso permane\u00e7o no semin\u00e1rio com a certeza de que Deus \u00e9 sempre fiel \u00e0 sua promessa.<\/span><\/p>","protected":false},"excerpt":{"rendered":"<p>Roven Earl Danao de la Cruz es un seminarista de la di\u00f3cesis de Masbate en Filipinas. \u00a0 \u00abMi familia y parientes son cat\u00f3licos y por eso me compart\u00edan la fe cristiana. Cuando mis padres me enviaron a estudiar en un colegio cat\u00f3lico de nuestra zona, esta semilla de la fe fue creciendo. 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